Essa é uma pergunta que parece simples, mas não possui […]
Essa é uma pergunta que parece simples, mas não possui uma resposta única. Não existe uma “taxa média nacional” confiável que determine quanto toda empresa brasileira gasta para recuperar uma dívida internamente. O custo depende do tamanho da equipe, tecnologia utilizada, quantidade de contatos, valor da carteira, tempo dedicado e complexidade dos casos.
O primeiro custo é facilmente percebido: salários e encargos dos profissionais envolvidos. Porém, existem outros custos menos evidentes. Sistemas, telefonia, disparos de mensagens, treinamento, gestão, consultas cadastrais, acompanhamento de acordos e horas gastas pela equipe administrativa também fazem parte do custo real da cobrança.
Existe ainda o chamado custo de oportunidade. Um funcionário que passa horas tentando localizar um devedor ou negociar uma dívida deixa de realizar outras atividades importantes para a empresa. Para uma organização com grande volume de inadimplência, esse tempo acumulado pode representar um custo significativo ao longo do ano.
Outro problema é que a cobrança interna nem sempre possui escala e especialização suficientes. O departamento financeiro precisa cuidar simultaneamente de contas a pagar, contas a receber, conciliação, fluxo de caixa, faturamento e outras tarefas. Como consequência, a cobrança de clientes inadimplentes pode acabar ficando em segundo plano.
A comparação correta, portanto, não deve ser simplesmente “terceirizar custa ou não custa”. O empresário precisa comparar o custo total da operação interna com o valor efetivamente recuperado. Uma cobrança aparentemente barata pode ser cara se recuperar pouco.
A FASA Cobranças permite que empresas transfiram essa atividade para uma operação especializada, reduzindo a sobrecarga da equipe interna e permitindo que o financeiro se concentre em atividades estratégicas. A análise deve considerar o resultado líquido: quanto a empresa investe na cobrança e quanto efetivamente consegue recuperar.